Quinta-feira, 6 de Março de 2008
Sof e a sanita giratória do Contra 16

Texto de PBR

 

 

 

Sof queda-se agora junto de um canto do cubículo, resistindo como pode à dor infligida por cada pancada!
A certa altura, é a sua mente que foge.
Lembra-se de Andrea! Da ultima vez que vira Andrea!
 
 


publicado por sof às 22:58
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Quarta-feira, 5 de Março de 2008
Sof e a sanita giratória do Contra 15

Texto de PBR

 

 

Cego de raiva, Walter aplica-lhe aquele que julga ser o tratamento adequado para uma mulher. É daqueles tipos que vê as mulheres como objectos que estorvam a vida dos homens...
Estalo após estalo repete as perguntas anteriores:
-Porque fizeste isso grande puta?
-Porque não dizes o que fizeste com o Andrea? Esse grande cabrão?
-Hein?
 
 


publicado por sof às 22:56
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Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008
Sof e a sanita giratória do Contra 14

Texto de Mr. Plod  

 

"Filho da puta! Metes-me nojo, tu e essas mãos de porco... Onde é que eu vim parar? Onde é que estamos, respondes oh cabrão? -grita Sof, já de pé. De seguida manda-lhe uma joelhada nos tomates e...
 
 
 


publicado por sof às 13:49
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Domingo, 22 de Abril de 2007
Participar

Para continuar a estória  da Sof  acedam ao primeiro post  e deixem a vossa versão!


ATENÇÃO, até ao texto do PBR os desenhos já estão a ser executados. A partir daí podem ser propostas alterações ao que já está escrito ou então podem simplesmente continuar tendo atenção ao que já está desenvolvido, não esquecendo a informação contida ou omissa nos  (independentemente do texto, portanto) para isso podem usar o tag da Sof e a sanita giratória do Contra onde encontram tudo em posts numerados, visto que a última parte da estória é a que aparece em primeiro no blog. Divirtam-se!!!


publicado por sof às 16:40
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Sábado, 21 de Abril de 2007
Sof e a sanita giratória do Contra 13

Texto de Mr. Plod

 

Walter, o gigante de 1,90m e largas dezenas de quilos agarra-se à cabeça depois do impacto violento que o deixa temporariamente cego de dor. Estonteado, começa a sangrar abundantemente do nariz e grunhe entre dentes:

"Ahhhh! Porque fizeste isso ao Walter, querida? Aleijaste o Walter! Está a ver tudo à roda, o Walter..."

Tinha o hábito irritante de falar na terceira pessoa, tal como o Jardel.


 

 



publicado por sof às 09:59
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Sexta-feira, 20 de Abril de 2007
Sof e a sanita giratória do Contra 12

Texto de Sof

 

A única coisa que lhe ocorre no momento é típica nos filmes mas ela é inspirada principalmente pelo filme que que via vezes sem conta na sua infância, o "Natural born killers".

Cuspio-lhe os olhos e logo de imediato quase seguindo aquela gosma tóxica com a testa mandou-lhe uma enorme cabeçada bem em cheio no nariz.


 

 


 



publicado por sof às 08:55
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Quinta-feira, 19 de Abril de 2007
Sof e a sanita giratória do Contra 11

Texto de Sof

 

Sof tenta mexer-se na cadeira num movimento brusco quando se detém encarando o dono da mão asquerosa e do murmúrio de conteúdo violento. Conhece-o bem. Walter sorri por vê-la desperta e agora sim pergunta-lhe com uma voz clara:

- Que raio fizeste ao corpo do cabrão do Andrea, puta?

 




publicado por sof às 10:49
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Terça-feira, 17 de Outubro de 2006
Sof e a sanita giratória do Contra 10

texto de sof

A voz ao seu lado continuava a falar entre pausas. Parecia-lhe que dizia sempre a mesma coisa ou pelo menos a sonoridade era a mesma.
Já ia na quarta repetição quando Sof consegue distinguir um nome. À quinta vez, ela percebe o tom interrogativo do murmúrio e agora sim, ouvi-o nitidamente. O nome é "Andrea".

 



publicado por sof às 12:06
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Segunda-feira, 15 de Maio de 2006
Angústia (versão Spice Li)

(cada espaço corresponde a um quadradinho)


Lembro-me aqui de mim... Do eu que já fui.

Agora perco-me pelo mundo, pela escuridão onde vagueio...

Busco a vida sózinha, sem mim, sem ninguém.


E presenças estranhas são a minha companhia!

Tormentos violentos os meus! Fiquei sem nada!
Roubei a minha alma com a sede de viver. E agora...

Morro aqui sem mim, sem o meu amor...

Consciência perdida, consciência encontrada.

Vejo-me por instantes com o meu outro lado!

Encontro-me! Um amor frágil há muito perdido...

Viajo segundos e vejo no escuro.


Sorriu e sonho. É dia!

Estranha felicidade faz-me seguir.

Não o vejo. Não vejo o mundo triste e frio que construí.

Espero não me ter iludido, espero não morrer agora, de novo...

E que dor nesta vertigem inevitável ! Aí vou eu ...

Sem mim.

Sem força para ser eu, sem força para viver.

Quero fechar os olhos e esquecer
a angústia que inventei dentro de mim!


As estórias (tags):

publicado por sof às 19:11
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Domingo, 14 de Maio de 2006
Informação

Só para lembrar que para continuar a estória  da Sof é neste primeiro post e que, até a Eve os desenhos já estão a ser executados. A partir daí podem ser propostas alterações ao que já está escrito ou então podem simplesmente continuar tendo muita atenção ao que já está desenvolvido e não se esqueçam também da informação que possa estar contida ou omissa apenas nos desenhos (independemente do texto, portanto) para isso usar o tag da Sof e a sanita giratória do Contra onde está tudo o que é relacionado com a dita estória.

Há ainda mais duas alternativas que são mais fáceis de aceder a saber,  a Estória de Alguém  que, devido a não estar ainda desenvolvida, pode tomar os caminhos mais bizarros que se possa imaginar , por último há a Angústia que é uma  pequena estória já desenvolvida em desenhos, sendo a especulação limitada à narrativa, ou não, depende do que surga por aí! 



publicado por sof às 18:31
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Angústia (versão de Eve)

Marie. Era assim que ela se apresentava e assim gostava de ser chamada antes de ter perdido a audição.
Marie fazia o seu passeio nocturno habitual. Era secretária numa oficina de automóveis e para além das suas funções se restringirem à movimentação do tronco, braços, mãos, telefone, computador de dados, papéis, ect. Não se sentia confortável em deambular pela oficina contaminada de grosserias.
Era o seu momento especial do dia. Punha um vestido, que durava desde os princípios da adolescência de tão estimado que era, e ia dar uma volta pelo bairro, vazio.
Houve uma noite que a marcou para sempre. Viu um assalto violento. A mulher debatiasse pelos bens guardados na sua mala, a sua vida, a sua intimidade e o homem (ladrão) que, não fosse o ar insano de agressividade e ânsia de posse, daria um bom galã para os seus sonhos dessa noite.
Foi o que aconteceu. Repentinamente, num cruzamento de olhares entre a vítima e o usurpador, deu-se um momento horrivelmente belo. Apaixonaram-se. O príncepe revelou-se. Afinal, quem nunca passou por dificuldades na vida?
Marie sonhou intensamente nessa noite. Sonhou-se no papel da vítima. Sonhou-se feliz, cega, entrando na igreja para um casamento perfeito com um homem regenerado.
Não. Ela não viu as pessoas em pânico que saiam gritando da igreja. Ela não ouviu o último gemido do padre, nem o telintar das moedas que caiam do cesto, das mãos do padre. Não ouviu o riso demoníaco do seu apreciado noivo enquanto este proporcionava ao enviado de Deus o ansiado encontro com o criador.
Não ouviu as sirenes das autoridades, Não ouviu o seu próprio choro.
Marie sonhou. Todas as noites tem este mesmo sonho. Nele, Maria Angústia, vê, como se de uma espectadora se tratasse, o episódio da sua vida que a fez perder a lucidez, para sempre.


As estórias (tags):

publicado por sof às 18:05
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Quarta-feira, 10 de Maio de 2006
Informação!

Para participar na estória da Sof ir ao primeiro link e desenvolver a partir do que já lá está!

Para ver a estória completa até onde está ilustrada é ir ao tag de Sof e a sanita giratória do contra e ler por ordem numérica.

Mesmo que sejam registos e ideias completamente diferentes é bom que haja alguma continuidade.



publicado por sof às 17:28
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Terça-feira, 9 de Maio de 2006
Sof e a sanita giratória do Contra 2

(texto de Manel)

 

Olha à sua volta e vê que não está sozinha, há mais solitários no vazio como ela. Agora sim, lembra-se perfeitamente do que aconteceu ontem à noite. Deixou cair o seu gato persa da janela do seu terceiro andar, enquanto o mostrava a uma amiga que lhe acenava da rua.

 

 



publicado por sof às 09:11
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Quinta-feira, 27 de Abril de 2006
Alguém...




Quem é Alguém? Como é a vida de Alguém? Que mais podemos dizer de Alguém?

As estórias (tags):

publicado por PBR às 23:49
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Sábado, 8 de Abril de 2006
Apresentações!
Permitam-me que me apresente, eu sou o PBR . Para quem já conhece os meus outros blogs, bem-vindos de volta! para quem ainda não me conhece, olá e bem-vindos !
Este blog tem qualquer coisa de diferente em relação aos blogs a que estão habituados a ver pela lusosfera bloguista, este é uma BLOGONOVELA a várias mãos!!!!
Conforme nos forem visitando, irão reparar que os autores convidados vão crescendo, tal como os episódios da novela. Como não existem duas pessoas a escrever da mesma forma, partimos de um espaço e de um numero de personagens para fazer a novela crescer!!!
Com certeza que com a vossa ajuda, através de comentários e sugestões, poderemos fazer uma "Vila Faia" dos blogs, onde o leitor também poderá opinar sobre o rumo da estória junto dos autores!
Cá espero a vossa visita.

sinto-me: Emocionado!

publicado por PBR às 00:18
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